Menu

Liturgia Diária

Quinta-feira, 13 de agosto de 2026 - Santa Dulce Lopes Pontes, virgem, Memória

Celebração do dia

Quinta-feira, 13 de agosto de 2026

Branco Santa Dulce Lopes Pontes, virgem, Memória
1

Antífona de entrada

Texto litúrgico
Vinde, benditos do meu Pai, diz o Senhor. Eu estava doente e cuidastes de mim. Em verdade vos digo, que todas as vezes que fizestes isso a um dos menores de meus irmãos, foi a mim que o fizestes. (Cf. Mt 25, 34. 36. 40)
2

Oração do dia

Texto litúrgico
Ó Deus de misericórdia, que concedestes a Santa Dulce o dom de socorrer os necessitados nas suas enfermidades, dai-nos, por seu exemplo, o espírito de pobreza e a graça de vos servir com solicitude nos irmãos sofredores. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
3

Primeira leitura

Leitura

Ez 12, 1-12

Leitura da Profecia de Ezequiel

1A palavra do Senhor foi-me dirigida nestes termos: 2“Filho do homem, estás morando no meio de um povo rebelde. Eles têm olhos para ver e não veem, ouvidos para ouvir e não ouvem, pois são um povo rebelde.3Quanto a ti, Filho do homem, prepara para ti uma bagagem de exilado, em pleno dia, à vista deles. Emigrarás do lugar onde estás, à vista deles, para outro lugar. Talvez percebam que são um povo rebelde.4Deverás tirar a bagagem em pleno dia, à vista deles, como se fosse a bagagem de um exilado. Mas deverás sair à tarde, à vista deles, como quem vai para o exílio.5À vista deles deverás cavar para ti um buraco no muro, pelo qual sairás;6deverás carregar a bagagem nas costas e retirá-la no escuro. Deverás cobrir a face para não ver o país, pois eu fiz de ti um sinal para a casa de Israel”.7Eu fiz assim como me foi ordenado. Tirei a bagagem durante o dia, como se fosse a bagagem de exilado; à tarde, abri com a mão um buraco no muro. Saí ao escuro, carregando a bagagem às costas, diante deles.8De manhã, a palavra do Senhor foi-me dirigida nestes termos: 9“Filho do homem, não te perguntaram os da casa de Israel, essa gente rebelde, o que estavas fazendo?,10Dize-lhes: Assim fala o Senhor Deus: Este oráculo refere-se ao príncipe de Jerusalém e a toda a casa de Israel que está na cidade.11Dize: Eu sou um sinal para vós. Assim como eu fiz, assim será feito com eles: irão cativos para o exílio.12O príncipe que está no meio deles levará a bagagem às costas e sairá ao escuro. Farão no muro um buraco para sair por ele. O príncipe cobrirá o rosto para não ver com seus olhos o país”.
4

Salmo

Leitura

Sl 77(78)

– Mesmo assim, eles tentaram o Altíssimo, recusando-se a guardar os seus preceitos. Como seus pais, se transviaram, e o traíram como um arco enganador que volta atrás.
– Irritaram-no com seus lugares altos, provocaram-lhe o ciúme com seus ídolos. Deus ouviu e enfureceu-se contra eles, e repeliu com violência a Israel.
– Entregou a sua arca ao cativeiro, e às mãos do inimigo a sua glória; fez perecer seu povo eleito pela espada e contra a sua herança enfureceu-se.
5

Evangelho

Leitura

Mt 18, 21-19, 1

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo ✠ segundo Mateus

Naquele tempo, 18,21Pedro aproximou-se de Jesus e perguntou: “Senhor, quantas vezes devo perdoar, se meu irmão pecar contra mim? Até sete vezes?”22Jesus respondeu: “Não te digo até sete vezes, mas até setenta vezes sete.23Porque o Reino dos Céus é como um rei que resolveu acertar as contas com seus empregados.24Quando começou o acerto, trouxeram-lhe um que lhe devia uma enorme fortuna.25Como o empregado não tivesse com que pagar, o patrão mandou que fosse vendido como escravo, junto com a mulher e os filhos e tudo o que possuía, para que pagasse a dívida.26O empregado, porém, caiu aos pés do patrão, e, prostrado, suplicava: ‘Dá-me um prazo! E eu te pagarei tudo’.27Diante disso, o patrão teve compaixão, soltou o empregado e perdoou-lhe a dívida.28Ao sair dali, aquele empregado encontrou um dos seus companheiros que lhe devia apenas cem moedas. Ele o agarrou e começou a sufocá-lo, dizendo: ‘Paga o que me deves’.29O companheiro, caindo aos seus pés, suplicava: ‘Dá-me um prazo! E eu te pagarei’.30Mas o empregado não quis saber disso. Saiu e mandou jogá-lo na prisão, até que pagasse o que devia.31Vendo o que havia acontecido, os outros empregados ficaram muito tristes, procuraram o patrão e lhe contaram tudo.32Então o patrão mandou chamá-lo e lhe disse: ‘Empregado perverso, eu te perdoei toda a tua dívida, porque tu me suplicaste.33Não devias tu também, ter compaixão do teu companheiro, como eu tive compaixão de ti?’34O patrão indignou-se e mandou entregar aquele empregado aos torturadores, até que pagasse toda a sua dívida.35É assim que o meu Pai que está nos céus fará convosco, se cada um não perdoar de coração ao seu irmão”. 19,1Ao terminar estes discursos, Jesus deixou a Galileia e veio para o território da Judeia além do Jordão.
6

Antífona de comunhão

Texto litúrgico
Se alguém me ama, guardará a minha palavra, diz o Senhor;meu Pai o amará, e nós viremos e faremos nele a nossa morada. (Cf. Jo 14, 23)

Observação pastoral

A liturgia diária segue o Lecionário da Igreja para a data selecionada. Em celebrações paroquiais específicas, prevalecem sempre as orientações do celebrante e da secretaria.

Falar com a secretaria